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Papa adverte bispos: divisão e dinheiro são as armas do diabo

Published: 4 oct 2018

Duration: 11:36
(Íntegra) Catequese Papa Francisco Audiência geral 30-03-16

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Wanderson Ferreira
4 oct 2018
Wanderson Ferreira
EVANGELHO DO DIA (01/10/2018): Jesus inverte valores, os últimos serão os primeiros e os primeiros os últimos. ATUALIZANDO: Síndrome do pequeno poder / A tendência dos que gostam de mandar. LUCAS 9,46-50 Surgiu entre os discípulos uma discussão sobre qual deles seria o maior. Sabendo o que estavam pensando, Jesus pegou uma criança, colocou-a perto de si e disse-lhes: “Quem receber em meu nome esta criança estará recebendo a mim mesmo. E quem me receber, estará recebendo Aquele que me enviou. Pois aquele que entre todos vós for o menor, esse é o maior”. Tomando a palavra, João disse: “Mestre, vimos alguém expulsar demônios em teu nome, mas nós lhe proibimos, porque não anda conosco”. Jesus respondeu: “Não o proibais, pois quem não é contra vós, está a vosso favor”. ENTENDENDO JESUS INVERTE VALORES, OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS E OS PRIMEIROS OS ÚLTIMOS Jesus enfrenta um desafio: convencer ao seu novo grupo que a proposta de Deus era outra e bem diferente da que eles haviam aprendido. Na visão dos apóstolos, êxito na vida significava poder, prestígio. Foi difícil para Jesus convencê-los. Durante os três anos de convivência o Mestre teve que ter paciência e trabalhar na mente deles um jeito novo de pensar e viver. Para Jesus Cristo, as relações pessoais deveriam obedecer ao princípio da igualdade e do serviço. Prestígio e poder não teriam importância e, com os de fora da comunidade era necessário ser tolerante e respeitoso, superando toda tentação de radicalismo e fanatismo. Com Jesus houve uma inversão de valores, quem era pequeno passou a ser grande e estar em primeiro lugar não era o mais importante. Também as crianças e as mulheres, que nem eram contadas, passaram a ter privilégio no novo jeito de governar que Jesus apresentava. ATUALIZANDO SÍNDROME DO PEQUENO PODER A TENDÊNCIA DOS QUE GOSTAM DE MANDAR Até ontem, ele era apenas um colega de trabalho. Mas bastou receber uma pequena promoção para que o poder lhe subisse à cabeça. Mesmo não sendo seu chefe, ele passa a lhe pedir tarefas que não são de sua obrigação, começa a te tratar com arrogância e não perde uma oportunidade de vangloriar-se de seu novo status. Esse comportamento é conhecido como a "síndrome do pequeno poder". "Isso acontece com alguém que perde a razão e passa a agir como um imperador, ultrapassando os limites da autoridade", diz a professora Janaina Ferreira, especialista em gestão de equipes e pessoas do Ibmec do Rio de Janeiro. E esse poder nem sempre é real. É o caso do funcionário que está no cargo hierárquico mais baixo da empresa, mas abusa de estagiários ou colegas recém-contratados. "É um desvio de comportamento. A pessoa não tem poder nenhum, mas ao fantasiar ter, age como se tivesse e acaba puxando o próprio tapete, pois mostra que é inadequada para ocupar um cargo de liderança", diz Janaina. Quando a síndrome do pequeno poder toma conta de alguns funcionários, é sinal de que falta um chefe que encare o problema. "O líder que não gosta de tomar decisões ou de delegar tarefas adora que alguém assuma suas funções. Quando ele se omite, aquele que gosta de poder assume suas atribuições e um terceiro fica oprimido", afirma Janaina. "Isso causa conflitos e deteriora relacionamentos interpessoais", diz. Quem sofre da síndrome? O tipo de funcionário que está sujeito a sofrer da síndrome do pequeno poder é aquele com baixa inteligência emocional, pouco autoconhecimento e que está insatisfeito com a posição que ocupa. "Se o que ele deseja não lhe é concedido por meio de uma promoção, ele faz sua fantasia de autoridade virar real ao oprimir alguém", explica Janaina. Fonte: mulher.uol.com.br - Rosivaldo Motta
4 oct 2018